quinta-feira, 19 de julho de 2012

Se liga no que eu escrevi um pouco hj no meu diário...

(..) Bem já havia acabado a festa e tudo a moça estava lá juntando a piscina de bolinhas e eu estava na cozinha ajudando minha mãe até que eu notei que ela e o moço que estava ajudando ela começaram a ficar me olhando tá né tudo bem nem dei bola depois que eles foram embora comecei a procurar meu celular e não achei liguei para ele e estava desligado tentei manter a calma, mas não consegui chorei por que não o achava e não achei mais, pois é tenho uma certa certeza de que foram eles que roubaram acho que deixei lá na piscina de bolinhas quando entrei lá e tinha uma foto minha no papel de parede do celular esta ai o motivo da moça e do moço tanto me olharem. Ai eu me pergunto como leva as pessoas serem tão desonestas não iria custar nada entregar o celular por mais que não fosse meu de qualquer outra pessoa sinceramente se fosse eu, eu devolveria, mas nem toda tem o mesmo pensamento que eu.
Ai então começará uma semana bem desagradável fui dormir chorando e acordei para ir para escola chorando e estou chorando agora ao escrever isso, ai eu me pergunto será que mereço isso? Não sei, aliás, da minha vida eu sei nada.
E o pior de eu não saber nada da minha vida eu guardo tudo para mim, e quando as pessoas me vêem na escola acham que eu sempre estou bem por que eu não demonstro pra ninguém o que estou sentido e ninguém nota e também nem procura saber então eu choro sem ninguém ver sem ninguém saber isso é bom ou é ruim? Não sei.
Caí em meu patético período de desligamento. Muitas vezes, diante de seres humanos bons e maus igualmente, meus sentidos simplesmente se desligam, se cansam, eu desisto. Sou educada. Balanço a cabeça. Finjo entender, porque não quero magoar ninguém. Este é o único ponto fraco que tem me levado à maioria das encrencas. Tentando ser boa com os outros, muitas vezes tenho a alma reduzida a uma espécie de pasta espiritual. Deixa pra lá. Meu cérebro se tranca. Eu escuto. Eu respondo. “E eles são broncos demais para perceber que não estou mais ali.”
Eu nunca deixo mesmo claro o que eu estou sentindo. E fica parecendo que eu não sinto. Mas é incrivelmente triste quando desistem do meu mistério.

Minha mente está muito bagunçada e acredita muito mais do que o meu quarto, eu pedi pra Deus para ele me surpreender neste ano de 2012, mas sinceramente ele está me assustando e muito. Estou metida num furacão de confusões queria que alguém me acordasse dizendo que isso tudo não passou de um pesadelo só que não essa é a minha vida e eu preciso dar um jeito nela mais como tudo que eu faço da errado e não sei para o que tenho talento. Essa semana todos os dia que acordo tomo duas xícaras de decepções e vou para o mundo brincar de viver. “O que você tem?” Nada. Nunca foi nada, sempre foi alguma coisa.
Dizem que a felicidade é algo que vem com o tempo. Estou aqui, na porta da minha casa esperando ela escolher a mim para fazer de moradia.
A porta está aberta para coisas boas.
Mas se me fizessem uma perguntar para finalizar alguma coisa que quero ou que estou sentido terminaria com uma frase bem filosófica, só sei que nada sei. Boa noite.

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