quarta-feira, 31 de outubro de 2012
Ridículo não é uma menina de 17 anos ser BV ou uma de 21 ser virgem, ridículo é uma criança de 11 anos sair beijando dez meninos em uma noite, uma de 13 falando que está de ressaca por ter bebido muito na noite anterior, uma de 14 falar que já fez sexo com muitos garotos e uma de 15 com um filho pra cuidar.
Um "Toc" na Cuca-Técnicas para quem quer ter mais criatividade na vida
Como acabar com os bloqueios mentais.
Criatividade todo mundo tem. Mas por que uns parecem ter demais e outros de menos? Por que alguns surgem com idéias brilhantes e outros não conseguem sair da rotina?
UM "TOC" NA CUCA surgiu desse tipo de pergunta. E Roger von Oech, com a experiência de quem é consultor de criatividade em Silicon Valley - o berço da indústria de alta tecnologia nos Estados Unidos e a maior concentração de empresários e profissionais criativos do país -, descobriu respostas simples para elas.
Apontando os dez bloqueios mentais que mais inibem o pensamento inovador, UM "TOC" NA CUCA mostra como abrir a cabeça para abordagens originais e inusitadas. Com dicas, histórias divertidas, exercícios, jogos, piadas, brincadeiras e exemplos instigantes, este é um manual que estimula a inventividade de cada um. Seja para organizar uma festa ou cuidar dos filhos, seja para gerir uma empresa, comandar equipes ou trabalhar em publicidade.
Hoje, a capacidade de inovar é mais do que um instrumento profissional: é uma questão de sobrevivência. Por isso, UM "TOC" NA CUCA é um livro essencial. Não só para o trabalho, mas para a própria vida.
"É numa era de grandes mudanças que mais precisamos de criatividade e inovação. Von Oech indica maneiras comprovadas de liberar a criatividade que existe em todos nós... Um livro muito útil."
John Naisbit, autor de Megatendências
John Naisbit, autor de Megatendências
segunda-feira, 29 de outubro de 2012
Thalita Rebouças
"Não quero alguém que me ame absurdamente, mas o suficiente
Não quero alguém que diga-me “Eu te amo”, mas que me transmita valores
Não quero alguém que me ligue todos os dias, mas alguém que esteja em sintonia comigo
Não quero alguém que me dê presentes, mas alguém que lembre-se de mim
Não quero alguém que sinta ciúmes, mas que se importe comigo
Não quero alguém que faça declarações de amor, mas que saiba se expressar
Não quero alguém que me guie, mas alguém que caminhe junto comigo
Não quero alguém com grandes coisas, mas alguém com significados
Não quero alguém que me escute, mas alguém que saiba me decifrar
Não quero alguém que me elogie, mas alguém que me admire
Não quero alguém que me aconselhe, mas alguém que me encoraje
Não quero um confidente, mas um cúmplice
Não quero nem muito nem pouco, mas o bastante."
Não quero alguém que diga-me “Eu te amo”, mas que me transmita valores
Não quero alguém que me ligue todos os dias, mas alguém que esteja em sintonia comigo
Não quero alguém que me dê presentes, mas alguém que lembre-se de mim
Não quero alguém que sinta ciúmes, mas que se importe comigo
Não quero alguém que faça declarações de amor, mas que saiba se expressar
Não quero alguém que me guie, mas alguém que caminhe junto comigo
Não quero alguém com grandes coisas, mas alguém com significados
Não quero alguém que me escute, mas alguém que saiba me decifrar
Não quero alguém que me elogie, mas alguém que me admire
Não quero alguém que me aconselhe, mas alguém que me encoraje
Não quero um confidente, mas um cúmplice
Não quero nem muito nem pouco, mas o bastante."
sexta-feira, 26 de outubro de 2012
“Me desliguei um pouco dessa paranóia de “o que os outros vão pensar?” E agir, segundo a minha vontade, segundo aquilo que eu julgo certo, que se danem os outros, afinal quem vai viver o momento sou eu! E dai se eu acordar arrependida? Pelo menos não terei dormido na vontade! E se eu errar? Ah, arquiva aí como experiência.”
“Hoje acordei como uma pedra, somente parado no tempo, sem prestar atenção em nada, vendo tudo passar e acontecer ao meu redor, mas sem saber de nada que está acontecendo. Tem dias que são assim, não me interesso por ninguém nem por nada, isso pode parecer estranho, mas todos nós já ficamos assim pelo menos uma vez na vida.”
“Já tentei paquerar em cafés e livrarias, não deu muito certo, as pessoas olham sempre pra mim com aquela cara de “tô no meu mundo, fique no seu”.
Tentei aquelas festinhas que amigos fazem e que sempre te animam a pensar “se são meus amigos, logo devem ter amigos interessantes”. Infelizmente, essas festinhas são cheias de casais e um ou outro esquisito desesperado pra achar alguém só porque os amigos estão todos acompanhados. Tô fora de gente desesperada, ainda que eu seja quase uma.
Baladas playbas com garotas prontas para um casamento e rapazes que exibem a chave do Audi, tô mais do que fora. Baladas playbas com garotas praianas hippie-chique que falam com voz entre o fresco e o nasalado (elas misturam o desejo de ser meigas com o desejo de ser manos com o desejo de ser patos) e rapazes garotos-propaganda Adidas com cabelinho playmobil, também tô fora. MUNDO IDIOTA. O que sobra então? Barzinhos de MPB? Nem pensar. Até gosto da música, mas rapazes que fogem do trânsito para bares abarrotados, bebem discutindo a melhor bunda da firma e depois choram “tristeza não tem fim, felicidade sim” no ombro do amigo têm grandes chances de ser aquele tipo que se acha superdescolado só porque tirou a gravata e porque fala tudo metade em inglês, ao estilo “quero te levar pra casa, how does it sound?” Para dançar, os muquifos eletrônicos alternativos são uma maravilha, mas ainda que eu não seja preconceituosa com esse tipo, não estou a fim de beijar bissexuais sebosos, drogados e com brinco pelo corpo todo. […]”
Tentei aquelas festinhas que amigos fazem e que sempre te animam a pensar “se são meus amigos, logo devem ter amigos interessantes”. Infelizmente, essas festinhas são cheias de casais e um ou outro esquisito desesperado pra achar alguém só porque os amigos estão todos acompanhados. Tô fora de gente desesperada, ainda que eu seja quase uma.
Baladas playbas com garotas prontas para um casamento e rapazes que exibem a chave do Audi, tô mais do que fora. Baladas playbas com garotas praianas hippie-chique que falam com voz entre o fresco e o nasalado (elas misturam o desejo de ser meigas com o desejo de ser manos com o desejo de ser patos) e rapazes garotos-propaganda Adidas com cabelinho playmobil, também tô fora. MUNDO IDIOTA. O que sobra então? Barzinhos de MPB? Nem pensar. Até gosto da música, mas rapazes que fogem do trânsito para bares abarrotados, bebem discutindo a melhor bunda da firma e depois choram “tristeza não tem fim, felicidade sim” no ombro do amigo têm grandes chances de ser aquele tipo que se acha superdescolado só porque tirou a gravata e porque fala tudo metade em inglês, ao estilo “quero te levar pra casa, how does it sound?” Para dançar, os muquifos eletrônicos alternativos são uma maravilha, mas ainda que eu não seja preconceituosa com esse tipo, não estou a fim de beijar bissexuais sebosos, drogados e com brinco pelo corpo todo. […]”
quinta-feira, 25 de outubro de 2012
A FEBRE DO MOUSTACHE
Hello,
depois da moda das caveiras de TODOS os tipos, das mais simpáticas até as mais trashs, uma nova mania chega as araras das lojas. É o Moustache, o bigode encontrado de várias maneiras. O desenho invadiu as estampas das t-shirts, os acessórios como aneis e brincos, as manicures aderiram também ao o desenho e até em decorações nas casas como copos, toalhas, tapetes, etc… Mas alguém aí sabe a origem dessa nova febre?
Moustache
Segundo pesquisas, começou com uma campanha na Austrália contra o câncer de próstata e o simbolo dessa ideia é o bigode. O nome da organização é Movember Foudation ( mistura de Moustache + November), sabe aquelas boas ideias que começam na brincadeira e dão super certo? Pois é! Movember fez o Moustache virar febre! A causa incentiva homens a usar preservativo e sempre fazer um check up no médico, deixa a saúde em dia. Interessante né?
Só que quando essa campanha chegou ao Brasil, tinha perdido a ideia inicial e virado apenas uma tendência bacana. Além de uma iniciativa super criativa e divertida, o Moustache tem uma grande propósito que não deve ser deixado de lado. Então, vamos levantar a bandeira da saúde também e não só do fashionismo, não é?
Muitos adeptos da campanha, no caso homens deixaram os bigodes crescerem de verdade moldando de acordo com o desenho Moustache. Agora, outros que não gostam muito pêlos (hhahahaha!), resolveram participar da campanha comprando artigos com o simbolo principal e as mulheres embarcaram nessa, adoraram…Hahaha!!!
Portanto, fiz uma seleção de artigos para quem está afim de aderir ao Moustache:



Gostaram?
“Acredito que as pessoas aprendem com os próprios erros e com o tempo. Acredito também que quem traiu uma vez e foi perdoado vai trair de novo. Acredito que aquelas pessoas que vivem falando mal dos outros vão falar mal de você com esses outros. Acredito que as pessoas só mudam por vontade própria e nunca pelo pedido de outra pessoa. Acredito que tudo que eu acredito hoje vai mudar com o tempo. E que, no futuro, talvez, eu acredite em menos coisas. Ou em nada mais.”
~
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
quarta-feira, 10 de outubro de 2012
segunda-feira, 8 de outubro de 2012
sábado, 6 de outubro de 2012
“E o que mudou?
tudo mudou
Eu mudei
as plantas vigoraram
as pessoas mudaram
para melhor
para pior
As flores germinaram
o vento forte as balançava
o meu cabelo também
a grama ainda continua verde
o céu
continua perfeito
situado
habituado
de tantas cores
E o mundo
esse gira
esse muda
constantemente
para melhor
para pior”
tudo mudou
Eu mudei
as plantas vigoraram
as pessoas mudaram
para melhor
para pior
As flores germinaram
o vento forte as balançava
o meu cabelo também
a grama ainda continua verde
o céu
continua perfeito
situado
habituado
de tantas cores
E o mundo
esse gira
esse muda
constantemente
para melhor
para pior”
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