
Eu sempre fui curiosa, isso eu não escondo, aliás, sempre admiti isso para o mundo inteiro. Sempre fui a típica garota que coloca o focinho aonde não é chamada, sempre fui a intrometida, mas não por maldade, eu só queria saber as coisas, queria entender o lado de cada um, queria entender a vida de um modo melhor, entende? Por isso sempre fui a menina confusão, a menina atrás do mistério. Em qualquer lugar, seja lá onde fosse, lá estava eu atrás do entendimento e da compreensão, querendo saber o por quê de tudo. A curiosidade nunca me matou e se um dia me matar acho que morrerei feliz, pois é essa curiosidade que estimula a minha vida, é ela que me faz ir para frente. Para mim sempre vai existir algo a mais, algo que ainda não conhecemos, e é isso que me faz querer ter resposta para todas as coisas. Nunca engolirei nada pela metade, sempre vou querer saber de tudo e por conta disso me machuquei muito, eu sabia de coisas que as vezes eu não aguentasse. Sempre atrás de resposta eu nunca me cansava e jamais vou me cansar de tentar entender as coisas. Essa coisa de “saber” pelas metades não me convém, eu quero saber tudo. Muitos chamam de tolice e outros até me entendem, mas não me importo com o que eles dizem: só quero entender por que a vida é cheia de mistérios. Decifrar cada paradoxo de todas sem continuar com a dúvida dos motivos para o que servem. Só quero aprender mais com a vida, entende? Mas não quero fazer isso para causar consequências ruins, é apenas para aprender a ser alguém melhor, não ter medo de coisas bestas e saber qual é a minha verdadeira “missão” no mundo… Chega de pontos de interrogação e dúvidas mal respondidas. Eu vou acabar com essas perguntas sempre com uma pitada de boa vontade, de sempre querer saber mais. Eu preciso que esse empenho que o saber me permite continue dentro de mim e eu preciso que as pessoas entendam e atendam esse meu ego. Talvez, realmente, não seja o que o mundo quer para mim, mas as escolhas que eu faço não dizem respeito somente à mim? Quem deveria avaliar o rumo que eu tomo não deveria ser única e exclusivamente eu? Compreendo que essa minha cisma de querer saber de tudo nunca foi uma coisa muito favorável aos olhos das outras pessoas, mas o que seria da vida se não fossem as mudanças que a mesma ocasiona? Independente do que digam, eu vou atrás do que me interessa, e o que me interessa, realmente, é desvendar esses mistérios e mudanças.
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